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​Crédito Pessoal Formação com TAEG a partir de 5,5% para TAN de 3,90%, consoante o prazo escolhido, Taxa Fixa, Prazo entre 24 a 120 meses. Montante a financiar entre 2.500€ a 75.000€. Crédito sujeito a aprovação de Instituições Bancárias e Financeiras a operar legalmente em Portugal (ver lista). Prazo mínimo de 12 meses e máximo de 120 meses. TAEG a partir de 5,5% até ao máximo de 14.6%.

Crédito Consolidado sem garantia hipotecária com TAEG a partir de 11,70%, TAN a partir de 9,50%, Taxa Fixa, Prazo entre 12 a 120 meses. Montante a financiar entre 5.000€ a 75.000€. Crédito sujeito a aprovação de Instituições Bancárias e Financeiras legalmente a operar em Portugal. Prazo mínimo de reembolso de 24 Meses e Máximo de 120 meses. TAEG a partir de 2,445% até ao máximo de 14,2%.

Testemunho
CLAUDIA SANTANA

O total dos meus créditos rondavam os 24.000€ e estava a pagar 865€ por mês. Após juntar todos os meus créditos, sem fiadores, passei a ter uma só mensalidade de apenas 315€/Mês.

Redução de 64% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 11,712%.

Testemunho
SOFIA E NUNO CAMPOS

Devíamos 19.000€ e tínhamos de pagar 677€/Mês. Depois da consolidação de créditos, sem incluir o crédito da casa, ficámos com uma mensalidade de 249€. Poupamos mais de 400€/Mês.

Redução de 63% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 12,024%.

Testemunho
MANUEL HENRIQUES

Queria fazer outro crédito de 5.000€ mas com a casa devia 130.000€ e pagava 2.097€/Mês. Segui a sugestão e fiz um crédito consolidado. Reduzi as prestações para 745€/Mês e já com os 5.000€ na conta.

Redução de 64% nas prestações. TAN 2,455% e TAER: 3,231%.

Testemunho
JOÃO SILVA

Fiz um pedido de 4.500€. Foram apresentadas várias propostas. Optei pagar o meu crédito em 72 vezes por 78,72€/Mês. Com esta prestação baixa vou juntar dinheiro para pagar antes, sem custos adicionais.

TAEG: 5,5% TAN: 4,70% MTIC: 5.268,78€.

Empréstimos entre particulares - Tudo aquilo que precisa saber

São muitas as pessoas que devido à crise ainda estão com as suas vidas suspensas. No meio de pagamentos e recusas de crédito, os empréstimos entre particulares acabam por tomar forma.

A crise levou então a uma mudança generalizada na cultura portuguesa, e isso ainda hoje se reflete nos nossos atos.

Assim, em momentos de desespero é comum que sejam solicitados empréstimos entre particulares. Mas, a maior parte das pessoas não faz ideia de como é que os mesmos funcionam.

Por isso hoje resolvemos explicar-lhe tudo o que precisa saber sobre o funcionamento deste tipo de empréstimo.

Empréstimos entre particulares – Como funciona

Contrariamente ao que a maior parte das pessoas pensa, os empréstimos entre particulares obedecem também a um determinado conjunto de regras ou normas que devem ser cumpridas.

Isso é importante para que não haja futuramente qualquer tipo de problemas entre ambas as partes (quem pediu o dinheiro e quem emprestou).

Conheça de seguida as principais diretrizes sobre esta temática.

1 – Registo do mesmo num contrato ou documento

Os empréstimos entre particulares (mesmo que sejam realizados entre familiares ou amigos) não dispensam a realização de um contrato, sempre que o valor do mesmo estiver compreendido entre 2.500€ e 25.000€.

Nesse contrato, todas as regras vão ser estabelecidas (nomeadamente prazos de pagamento, taxas de juro, amortizações, valor emprestado…).

O mesmo deve ser depois assinado por ambos e deve ser reconhecido por um notário, para que fiquem salvaguardados no caso de algum incumprimento de uma das partes.

No caso de o empréstimo ter um valor superior a 25.000€, as regras são ainda mais apertadas, uma vez que é obrigado a executar uma escritura pública (ou um documento particular autenticado por um solicitador).

2 – Aplicação de juros

Esta é outra questão que solicita bastante discórdia. Contrariamente ao que a maioria pensa, podem ser aplicados juros nos empréstimos entre particulares.

No entanto, saiba que não podem ser aplicados os valores que quiser.

Encontram-se tabelados os valores dos juros que podem ser cobrados neste tipo de empréstimos entre particulares, sendo os valores os seguintes:

·        Até 3% de juros – No caso de existir uma garantia ao pagamento do mesmo

·        Até 5% de juros – No caso de não existir qualquer garantia associado ao empréstimo

É importante que tenha em conta, que podem também ser cobrados juros de mora (no caso de existir um atraso no pagamento de uma determinada prestação).

Os mesmos encontram-se também tabelados com os seguintes montantes:

·        Até 11% de juros de mora - No caso de existir uma garantia ao pagamento do mesmo

·        Até 13% de juros de mora – No caso de não existir qualquer garantia associado ao empréstimo

Saiba que estes valores devem ser acordados entre vocês, de modo a que todas as regras estejam bem definidas antes do empréstimo ser realizado.

3 – Pagamento total antecipado

É importante que tenha em conta, que quem recebe o empréstimo, pode optar em qualquer altura por amortizar o valor do mesmo na sua totalidade.

No entanto, se esta situação não tiver sido prevista em contrato, terá de pagar à mesma os juros que se encontram associados ao empréstimo concedido.

No caso de ter sido previsto, poderá estar isento do pagamento do mesmo (sendo este também um fator importante que deve ter em conta quando assina o documento contratual).

4 – Quais as implicações fiscais de um empréstimo entre particulares?

É importante que saiba que sempre que é realizado um empréstimo em que são cobrados juros, quem empresta o dinheiro tem obrigatoriamente de incluir os mesmos na declaração anual de IRS.

Os mesmos devem ser declarados no anexo E (rendimentos e capital), onde terá de assinalar o valor total que recebeu. Já quem recebe o empréstimo terá de pagar o imposto de selo pelo contrato.

O que fazer quando o pagamento da dívida não é efetuado?

É importante que tenha em conta, que por vezes acontece o não reembolso do valor que foi emprestado. No entanto saiba que mesmo neste caso existem algumas alternativas que podem ser seguidas.

Se tiver um documento que tenha sido reconhecido pelo notário e que prove que o prazo de pagamento que foi estipulado entre ambos não foi cumprido, torna o procedimento de instaurar um processo muito mais simples.

Saiba o que pode fazer, de acordo com os valores que ainda se encontram por liquidar.

·        Até 5.000€ - Neste caso, poderá dirigir-se a um julgado de paz, de forma a pedir ao arguido o pagamento da dívida

·        Entre 5.000€ e 15.000€ - Se o valor se encontrar entre estes montantes, o procedimento mais simples é recorrer de um processo de injunção, pois no caso de o arguido não apresentar resistência é automaticamente condenado

·        Superior a 15.000€ - Se o valor for superior a 15.000€, deve recorrer aos meios tradicionais dos processos judiciais, o que vai fazer com que o processo seja bastante mais demorado

Quais os cuidados que deve ter com os empréstimos entre particulares?

Tendo em conta a conjetura económica, acontece com muita frequência estes empréstimos não serem feitos entre familiares ou amigos, mas sim entre desconhecidos. Se for este o seu caso, deve ter atenção ao seguinte.

1 – Agiotas

Embora em Portugal não seja muito comum, existem também agiotas (outra forma de empréstimos entre particulares) que lhe emprestam dinheiro (sem quererem saber o motivo para o qual precisa), mas aplicam taxas de juro absurdas.

E nestes casos, se não pagar, pode vir a ocorrer casos de pressão agravada e violência.

É importante que tenha especial atenção, pois qualquer pessoa que lhe cobre um valor que se encontra acima das taxas de juro que foram indicadas anteriormente é considerado um agiota.

2 – Redes Sociais

Dado a enorme abrangência que redes sociais como o Facebook têm atualmente, existem sistemas de empréstimos que recorrem às mesmas para defraudar pessoas que se encontram em desespero.

Aa«ssim sendo, se vir um anúncio em que emprestam valores muito altos, com taxas de juro entre 2% e 5%, não solicite nenhum contacto, pois é o típico sistema de fraude.

Se se encontra realmente a necessitar de um empréstimo e tem problemas bancários, é importante que saiba que vai ter de arranjar uma outra maneira de resolver os seus problemas.

Tenha em conta, que os empréstimos entre particulares apenas devem ser feitos com alguém em quem confia e que conhece bastante bem. 

O que leva alguém a solicitar um empréstimo entre particulares?

Na maior parte das vezes, o que leva a esse pedido é simplesmente o desespero e a impossibilidade de conseguir dinheiro de outra maneira.

No entanto, é muito mais comum do que a maioria das pessoas pensa a existência de “empresas” de fraude organizada e que atua através desta tipologia de empréstimos.

Existem empresas e diversas páginas de Facebook que indicam a possibilidade de obter empréstimos, com taxas de juro mínimas, mesmo que o seu nome esteja na lista negra do banco de Portugal.

Desta forma, é importante que saiba que não deve nunca, mas mesmo nunca, cair na tentação de solicitar um pedido de empréstimo entre particulares a estas pessoas, pois tratam-se em 99% dos casos de fraude.

Muitas pessoas não sabem, mas o Banco de Portugal é a entidade responsável pela reunião de informações sobre todas as pessoas que tenham créditos em vigor no nosso país.

A sua base de dados é atualizada diariamente com as informações de crédito ativo (ou seja, todos os créditos que ainda estão a ser pagos) ou crédito potencial (que incluem o montante disponível de um cartão de crédito, por exemplo, que um cliente ainda pode utilizar).

Assim sendo, se não pagar uma prestação de qualquer tipo de crédito, essa informação passará a estar disponível no Banco de Portugal, sendo assim que os contribuintes entram na lista negra do banco (porque se encontram em incumprimento).

1.1  – É possível recuperar o bom nome?

Sim, é possível recuperar o bom nome e retirar o mesmo da lista negra, no entanto é algo que não poderá fazer de um dia para o outro.

Para o fazer deve em primeiro lugar pagar todas as suas dívidas, de forma a não ter mais nenhum montante para pagar a qualquer tipo de entidade (com o nome a constar nesta lista, nenhuma entidade lhe irá emprestar dinheiro).

De todos os conselhos que lhe podemos dar para pagar as suas dívidas, o empréstimo entre particulares (pelo menos com pessoas que não conhece) não é uma opção.

Pode optar por falar com o banco, renegociar as dívidas para pagar as mesmas (os bancos querem recuperar o dinheiro que emprestam e por esse motivo cada vez mais renegoceiam as dívidas vencidas).

Depois de regularizar as suas dívidas, só precisa de aguardar algum tempo até que o seu nome seja retirado da lista negra e que possa solicitar um novo crédito para qualquer necessidade que tenha.

Agora que já sabe como é que funcionam os empréstimos entre particulares, já não tem nenhum motivo para se deixar enganar por esquemas fraudulentos, ou para não se precaver com a realização de um contrato com todos os termos acordados.

Se tiver alguma dúvida ou questão que queira ver esclarecida sobre este tema, não hesite em contactar-nos pois estamos à sua inteira disposição para qualquer tipo de esclarecimento adicional.

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Testemunho
CLAUDIA SANTANA

O total dos meus créditos rondavam os 24.000€ e estava a pagar 865€ por mês. Após juntar todos os meus créditos, sem fiadores, passei a ter uma só mensalidade de apenas 315€/Mês.

Redução de 64% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 11,712%.

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SOFIA E NUNO CAMPOS

Devíamos 19.000€ e tínhamos de pagar 677€/Mês. Depois da consolidação de créditos, sem incluir o crédito da casa, ficámos com uma mensalidade de 249€. Poupamos mais de 400€/Mês.

Redução de 63% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 12,024%.

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Queria fazer outro crédito de 5.000€ mas com a casa devia 130.000€ e pagava 2.097€/Mês. Segui a sugestão e fiz um crédito consolidado. Reduzi as prestações para 745€/Mês e já com os 5.000€ na conta.

Redução de 64% nas prestações. TAN 2,455% e TAER: 3,231%.

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TAEG: 5,5% TAN: 4,70% MTIC: 5.268,78€.

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