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Está a ponderar despedir-se? Saiba quando não o deve fazer
Na grande maioria das vezes, ter a coragem de se despedir não é algo que seja feito de animo leve. Contudo, a verdade, é que muitas pessoas acabam por tomar esta decisão num momento em que estão de cabeça quente.
Hoje iremos deixar-lhe algumas dicas de momentos em que não se deve despedir, pelo menos, sem pensar seriamente nessa questão (pois todos sabemos que nos dias que correm é ainda complicado arranjar trabalho).
Saiba tudo de seguida.
Vai despedir-se? Saiba quando não o deve fazer
Independentemente de gostar ou não do que faz, são poucas as pessoas que nunca pensaram em se despedir, seja porque o ordenado é baixo, porque o horário é mau ou simplesmente porque se sentem assoberbadas com tanto trabalho.
No entanto, existem alturas em que despedir-se não é de todo o melhor remédio. Saiba quais.
1 – Depois de uma discussão com um colega ou com a entidade patronal
Pois bem, quem nunca teve uma discussão mais acalorada com um colega de trabalho ou mesmo com o próprio patrão?
Pois bem, a verdade é que existem dias em que as divergências no local de trabalho são mais que muitas, e o primeiro pensamento é “Não quero mais saber disto, vou despedir-me”.
Neste caso, deve pensar bem na situação antes mesmo de dar o passo em frente. Pondere se pode ou não ultrapassar a questão, ou se em causa estão problemas de ética ou de assédio moral que não pode mesmo continuar a aceitar.
2 – Se acha que vai ser despedido
Pois bem, muitos trabalhadores ao descobrirem que vão ser despedidos, resolvem tomar a iniciativa e despedem-se primeiro.
Contudo, esta é mesmo uma daquelas alturas em que não deve mesmo fazê-lo, principalmente se não tem nenhum fundo de maneio para se sustentar, ou se não tem pelo menos outro trabalho assegurado.
Se não cumprir pelo menos os dois requisitos indicados anteriormente, é mesmo melhor esperar que o despeçam, pois dessa forma tem acesso ao fundo de desemprego, o que lhe vai garantir uma forma de subsistência até encontrar um novo trabalho.
3 – Se não tem dinheiro de parte
A verdade é que gerir o dia a dia numa empresa pode não ser simples, contudo, a verdade é que é esse trabalho que garante o sustento da sua casa e a criação de uma poupança de emergência.
Se não tem dinheiro de parte, nem nenhum trabalho ou plano em perspetiva, a verdade é que não se deve despedir, pois poderá facilmente passar algumas dificuldades desnecessárias.
Aguente, enquanto vai procurando um novo trabalho ou uma alternativa que lhe permita a sua subsistência.
4 – Se não tem planos para o futuro
Despedir-se só porque sim e porque não gosta do seu trabalho, é um dos erros mais comuns que pode cometer.
É importante, que antes de tomar uma decisão, pondere alternativas, analise o que é que gosta de fazer, em que áreas é realmente bom (e tem qualificação para desenvolver essa atividade).
Se procura trabalho numa área que não tem qualificação, aposte em algumas formações, faça cursos online e presenciais. Contudo, não se despeça antes de terminar, pois apenas assim garante que tem um rendimento que lhe pague as contas até terminar a aprendizagem.
5 – Se é responsável por um projeto de grandes dimensões
Outra das alturas em que não se deve despedir é quando é responsável por um projeto de grandes dimensões, principalmente porque não é ético deixar uma equipa desfalcada a meio de um projeto.
Se acredita que tem muita responsabilidade e conhecimentos, e sabe que não é simples para a empresa encontrar alguém que o substitua, acorde com a entidade patronal um período satisfatório para ambos, de forma a que seja possível encontrar alguém qualificado e que lhe permita passar o seu conhecimento sobre o projeto em desenvolvimento.
6 – Antes ou imediatamente depois de terminar formações pagas
As empresas têm obrigatoriedade de dar formação aos seus colaboradores (seja interna ou externa).
Assim sendo, se a empresa onde trabalha pagou um curso que lhe permitiu adquirir novas competências, acabe a formação antes de se despedir.
Contudo, tenha sempre em conta que por norma existe uma adenda no contrato que indica que se deve manter na empresa determinado tempo após uma formação.
Perceba quanto tempo é que tem de dar à mesma depois da conclusão do curso, de forma a que não tenha posteriormente de reembolsar o valor pago na formação (e talvez outros custos).
7 – Se é ou vai ser pai/mãe
Se a família vai aumentar ou se já tem filhos, a verdade, é que pelo bem deles deve manter-se a receber rendimentos, de forma a que possa satisfazer as suas necessidades.
Se vai estar de baixa por motivos de Parentalidade, poderá utilizar esse tempo para procurar uma solução que lhe permita despedir-se e mesmo assim continuar a ter rendimentos.
Coloque sempre as necessidades da sua família em primeiro lugar.
Agora que já sabe 7 alturas em que não se deve mesmo despedir, não tome nenhuma decisão de cabeça quente, pois pode muito bem, estar a prejudicar-se em vez de melhorar a sua vida.
Despedir-se nos dias que correm é um risco que deve ser bem ponderado, pois precisa de analisar todos os prós e contas da sua decisão.
